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Se bem que as proteínas podem utilizar-se como material energético, não é esta a sua função prioritária: são uns elementos indispensáveis para a formação dos tecidos fetais e, por isso, deve assegurar-se um suficiente fornecimento durante a gravidez. Estes nutrientes estão compostos por aminoácidos, se bem que há milhares de proteínas diferentes, todas são compostas apenas por vinte aminoácidos, em distinta proporção e combinação, pelo que é preciso que a alimentação proporcione uma quantidade suficiente de cada um deles e principalmente daqueles que o próprio organismo não pode sintetizar a partir de outros elementos chamados aminoácidos essenciais.

Recomenda-se que a alimentação habitual da grávida contenha, pelo menos, 1,5 gramas de proteínas por quilograma de peso, isto é, em média uns 80 a 90 gramas por dia. Alem disto, convém que a maior parte destas proteínas seja de alta qualidade.

As principais fontes de proteínas são alimentos de origem animal como a carne, o peixe, os ovos e o leite, se bem que também estejam presentes nos legumes e nos frutos secos.

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