Guia da Gravidez
Filho Único ou Família Numerosa
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Um dos objectivos do planeamento familiar é poder decidir voluntariamente, com liberdade total, o número de filhos que
se deseja ter, uma questão sobre a qual cada pessoa ou casal tem as suas próprias ideias. É obvio que numa decisão destas
intervém uma série de factores, de entre os quais pode referir-se as experiências pessoais com a própria família, a criação de determinado projecto de vida ou a disponibilidade económica.

Nas sociedades modernas, verifica-se uma preferência clara pelas famílias reduzidas e, nesse sentido, são cada vez mais os casais a terem dois ou no máximo três filhos. Mas as opções são muito diversificadas. Há os que preferem constituir uma família extremamente reduzida e ter apenas um único filho, pensando assim poder dar uma melhor resposta às suas necessidades afectivas, económicas e educativas: como costumam dizer, “para poder dar-lhe tudo e não lhe faltar nada”.

Noutros casos, em oposição, o objectivo é o de formar uma família numerosa, de forma a proporcionar a cada um que a integra um núcleo em que se sinta protegido, aprenda a compartilhar e a assumir responsabilidades.

Todas as opções têm prós e contras, segundo a perspectiva a partir da qual se analisem, e por isso há defensores e opositores das mesmas que dificilmente entrariam em acordo.

De um ponto de vista objectivo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha a limitar o tamanho da família e a ter um máximo de quatro filhos, tanto pelo seu bem-estar, já que o risco de sofrerem malformações é maior a partir do
quarto filho, bem como pela saúde da mãe, dado que o seu organismo pode ressentir-se de tantas gravidezes e partos. No entanto, trata-se de uma recomendação genérica que se deve seguir tendo em conta as preferências e circunstâncias particulares de cada caso.

 

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