Guia da Gravidez
Evolução e repercussões
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Nem a evolução nem as consequências são semelhantes em todos os casos. O mais normal é que ocorra de uma forma lenta e gradual no decurso de várias semanas, geralmente sem causar maiores incómodos durante bastante tempo. A medida que o líquido se acumula em excesso, a mulher nota uma certa sensação de peso no ventre e, logicamente, o útero aumenta de tamanho. Às vezes, o crescimento da matriz provoca uma compressão dos vasos do abdómen e dificulta assim a drenagem dos membros inferiores, surgindo edemas nas pernas, inchaço mais intenso do que o normal.

Se o desenvolvimento for lento, só se alcança uma acumulação excessiva de líquido amniótico quando a gravidez está avançada, embora isso possa propiciar uma rotura prematura da bolsa de águas e uma antecipação do parto. Além disso, é provável que o feto, ao boiar livremente numa grande quantidade de líquido amniótico, adopte uma postura anómala, circunstância que pode dificultar o parto. Outras vezes o hidrâmnios tem uma evolução mais rápida e em questão de poucos dias acumula-se uma quantidade exagerada de líquido amniótico.

Nessas ocasiões, a mulher apresenta queixas mais intensas; dor abdominal, vómitos e dificuldade respiratória. Além disso, existe sempre o perigo lógico de ocorrer um parto prematuro, quando o feto ainda não está pronto para nascer. E é também normal que ocorra um deslocamento prematuro da placenta ou complicações do parto que se traduzem num aumento da mortalidade perinatal.

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