Guia da Gravidez
Evolução da mola hidatiforme
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A mola hidatiforme nâo provoca manitostações especificas no inicio da gravidez embora os sintomas normais costumem ser mais intensos do que o normal. Ao fim de pouco tempo costuma notar-se que o útero, ocupado por uma mola em plena expansão, aumenta de tamanho exageradamente. A mulher apresenta uma deterioração do seu estado geral, encontra-se mal, frequentemente emagrece e está pálida. Passado um certo tempo, a mola tende a separar-se da parede do útero e aparecem hemorragias vaginais, que inicialmente não são muito abundantes. É
possível que juntamente com a perda de sangue sejam expulsos pela vagina fragmentos da mola, ás vezes uma grande parte da mesma, embora em raras ocasiões seja totalmente eliminada. Na sua constante evolução, a mola podo penetrar na parede do útero e perfurá-la, o que provoca hemorragias abundantes e, sem um tratamento imediato, pode pôr em perigo a vida da mulher. Mas o principal perigo consiste na transformação maligna do tecido molar, com a formação de um tumor canceroso, o coriocarcinoma, o que acontece em cerca de 10 por cento dos casos.

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