Guia da Gravidez
Desenvolvimento da placenta
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Desenvolvimento da placenta

 A placenta deriva das células que constituem o trofoblasto, a envoltura do ovo que se implanta no útero uma semana depois da fecundação. Esta envoltura divide-se em duas camadas, uma das quais envolve completamente o ovo e passa a chamar-se de cório, enquanto que a outra penetra no endomélrio até alcançar os vasos sanguíneos presentes na parede uterina e os perfura. Formam-se umas poças de sangue materno, no interior das quais o trofoblasto emite uns prolongamentos frondosos conhecidos como vilosidades coriónicas e das quais se formam diminutos vasos sanguíneos que contêm sangue do embrião. A parte do endométrio onde tal processo ocorre que passa a constituir a placenta recebe o nome de caduca. O embrião fica junta da placenta incipiente apenas através de um fio, que se transforma no cordão umbilical. Com o passar do tempo, os diminutos vasos contidos nas vilosidades da placenta ficam maiores: a artéria umbilical, através da qual chega o sangue vindo do embrião até à placenta, e as duas veias umbilicais que levam o sangue no sentido contrário. Fica então estabelecida a ponte que traz ao embrião o oxigénio e nutrientes de que necessita e sacia os desejos do seu metabolismo. Mas em momento algum deste complexo processo se mistura o sangue da mãe com o do filho, pois a placenta actua como uma parede porosa que não deixa que todas as substâncias a atravessem. A placenta e o embrião trabalham coordenadamente, facto que não é de estranhar uma vez que provém da mesma célula.

1 Comentários

Rejanne

2015-08-21 08:52:41 Responder

Parabens!
Texto muito completo e eficaz!

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